27 de juny, 2007

Macau só vai obter dez por cento da riqueza gerada pela Ponte do Delta

A RAEM vai ser a região menos beneficiada com a construção da Ponte do Delta. A infra-estrutura, que vai ligar Macau, Hong Kong e Zhuhai, beneficiará sobretudo a economia da antiga colónia britânica, diz um representante do Governo Central





A Ponte do Delta deve ter 29 quilómetros, vários “checkpoints” de imigração independentes e o custo de construção está estimado em 30 mil milhões de patacas. A atrasar o arranque das obras, têm estado dois problemas, sobre os quais os governos de Macau, Hong Kong e Guangdong ainda não chegaram a acordo: a questão dos postos fronteiriços e o debate em torno do modelo de financiamento da estrutura.

A este respeito, Zhang Xiaoqiang referiu que o grupo de trabalho especial já chegou a alguns consensos com as três partes envolvidas, como é o caso do estabelecimento de sistemas de controlos fronteiriço separados. No entanto, o responsável referiu que ainda não existe um calendário para o arranque das obras.

Apesar dos diferendos governamentais, vários grupos privados de Hong Kong já demonstraram interesse em financiar a ponte. Um deles é a Hopewell Holdings, liderada por Gordon Wu, um dos principais defensores do projecto. O grupo garantiu então ter capacidade financeira para concretizar um potencial investimento na ponte de ligação entre Macau, Hong Kong e Zhuhai, tendo mesmo reservado para o efeito um montante de aproximadamente 3,39 mil milhões de patacas. Também a Cheung Kong Infrastructure, sob o controlo do bilionário Li Ka-Shing, está interessada em investir na Ponte do Delta.



Font Jornal tribuna de Macau

---------------------------------

Benolguts Reis Mags d'Orient , jo vull una joguina més senzilla: Un TAV que no faci de talp i esbuelli la Sagrada Familia.

Es tan dificil ?

Publica un comentari a l'entrada